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Cronologia de Contexto

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19 · 03 · 1840

Apresentação do Plano do Montepio Literário, em reunião promovida por Francisco Manuel Álvares Botelho, para socorro dos empregados do Estado.

Retrato de Francisco Manuel Álvares Botelho.
Retrato de Francisco Manuel Álvares Botelho.

25 · 08 · 1840

A Rainha D. Maria II aprova os Estatutos do Montepio dos Empregados Públicos.

Retrato de D. Maria II, Rainha de Portugal.
Retrato de D. Maria II, Rainha de Portugal.

04 · 10 · 1840

Primeira reunião da Assembleia Geral. São eleitas a Mesa da Assembleia Geral e a Direção.

1841

O Montepio instala-se num prédio arrendado na Rua do Crucifixo, em Lisboa.

10 · 02 · 1842

Restauração da Carta Constitucional, abolida em 1836, num movimento cartista liderado por Costa Cabral, que assume o Ministério do Reino.

1842

Mudança das instalações para uma casa arrendada na Rua da Betesga.

1843

Mudança das instalações para uma casa arrendada na Rua da Oliveira ao Carmo.

03 · 01 · 1844

O Montepio dos Empregados Públicos passa a designar-se Montepio Geral, ampliando a função do socorro para além dos funcionários públicos.

Cunho de selo branco do século XIX.
Cunho de selo branco do século XIX.

24 · 03 · 1844

Abertura da Caixa Económica. Pouco tempo depois, inicia-se a modalidade de empréstimos sobre penhores.

Primeira folha de receita da Caixa Económica.
Primeira folha de receita da Caixa Económica.

1845

O Montepio instala-se numa casa cedida pelo Governo na Rua Áurea.

1846

Revolta da Maria da Fonte, na sequência da qual cai o Governo de Costa Cabral.

1850

Criação das primeiras delegações no Porto, Setúbal e Beja.

Criação de uma Comissão Filial no Porto, composta por três membros.

1851

Discute-se a aceitação de associados das colónias ultramarinas, sendo negada a admissão de um associado por declarar residir em Angola.

Golpe militar liderado pelo Duque de Saldanha e promulgação do Ato Adicional à Carta Constitucional (1852). Início da Regeneração.

1852

O Montepio concorre a uma subscrição aberta para a emissão de títulos de uma empresa privada, a Companhia Luso-Brasileira.

Criação de delegações em Coimbra, Elvas e Faro, podendo prestar informações e angariar sócios.

É aprovada a “Nota I das Pensões de 1852”. A resolução significou uma ampliação das tabelas de contribuições e de pensões, estabelecendo que as pensões venciam 10% sobre a pensão do 1.º grau, progredindo até ao 31.º grau. Neste último grau, a pensão a legar passava a ser 100 % sobre o capital subscrito.

Subscrição dos títulos da Companhia de Navegação a Vapor Luso-Brasileira.
Subscrição dos títulos da Companhia de Navegação a Vapor Luso-Brasileira.

1853

Morte de D. Maria II. Regência de D. Fernando, na menoridade de D. Pedro V.

É publicado o primeiro Regulamento da Assembleia Geral.

1855

A Assembleia Geral acede a um pedido de residentes no Estado Português da Índia para a sua admissão como associados.

1857

Liquidação da Companhia Luso-Brasileira, com prejuízos para o Montepio.

Uma epidemia de cólera é acompanhada  por períodos de intensa corrida aos depósitos na Caixa Económica.

Máquina Certificadora de Cheques do século XIX.
Máquina Certificadora de Cheques do século XIX.

1859

Primeiro Regulamento Interno do Montepio que se refere ao pessoal. A Associação é então composta por cinco funcionários: três escriturários, um fiel e o seu ajudante.

É identificada uma burla envolvendo empregados da instituição, mas o Montepio não sofre prejuízos, uma vez que a quantia é restituída.

1860

Compra dos primeiros títulos da dívida externa portuguesa.

Criação de delegações em Guimarães e Angra do Heroísmo.

1861

Morte de D. Pedro V. Início do reinado de D. Luís.

O Montepio efetua, pela primeira vez, um empréstimo ao Governo.

Estabelecimento da primeira delegação no Império Colonial Português, em Goa.

Expansão de delegações em Braga, Évora, Estremoz e Tavira.

1862

Abertura da delegação de Leiria. As delegações de Goa, Porto, Coimbra e Ponta Delgada passam a ser consideradas agências, podendo receber quotas, pagar pensões e dotes aos seus associados e beneficiários.

1863

Abertura de delegações em Chaves e Campo Maior.

1864

Abertura de delegações em Portalegre e Peniche.

Aquisição do prédio na rua do Áurea e transferência da sede no ano seguinte.

Sede atual do Montepio na Rua Áurea nº 219-241.
Sede atual do Montepio na Rua Áurea nº 219-241.

09 · 03 · 1864

É criada a Caixa de Seguros Mútuos sobre a Vida, sob a proteção do rei D. Luís e da rainha D. Maria Pia. A Caixa de Seguros Mútuos Sobre a Vida constituiu uma das tentativas de expandir o leque de produtos mutualistas (seguros de vida) e aumentar o rendimento financeiro da Associação.

Retrato de D. Luís e de D. Maria Pia.
Retrato de D. Luís e de D. Maria Pia.

1865

Criação das delegações de Viseu, Funchal, Lamego, Abrantes, Alcobaça, Lagos e Valença do Minho.

Estabelecem-se medidas restritivas para admissão de associados em cenário de epidemia, dada a ameaça de cólera no país.

1866

É nomeada, pelo ministro Andrade Corvo, uma comissão para propor as bases para o desenvolvimento do mutualismo em Portugal, integrando os associados do Montepio Álvares Botelho e Custódio Manuel Gomes, entre outros.

Criação das delegações de Bragança, Castelo Branco, Penafiel e Viana do Castelo.

02 · 07 · 1867

O governo institui o Montepio Oficial, destinado a conceder pensões de sobrevivência às famílias de oficiais do Exército e da Marinha, bem como de funcionários civis com nomeação régia ou com certos rendimentos. A iniciativa baseava-se nos antigos montepios militares e civis criados entre o final do século XVIII e a década de 1840.

1867

O Montepio adquire obrigações pela primeira vez. Após algumas reservas quanto à segurança do mercado de capitais, os associados optam por consolidar o Fundo Permanente da instituição. Criação da delegação de Vila Viçosa.

1868

Publicação da memória «O presente e o futuro do Montepio Geral», do matemático Daniel Augusto da Silva, apresentada sob a forma de manuscrito à direção do Montepio Geral em 1865. O autor examina a condição financeira do Montepio Geral e apresenta a sua análise sobre as consequências nefastas da aprovação da Nota I da Tabela das Pensões de 1852, que será eliminada ainda nesse ano.

Capa da obra de Daniel Augusto da Silva.
Capa da obra de Daniel Augusto da Silva.

1869

Inicia-se a liquidação da Caixa de Seguros Mútuos sobre a Vida na sequência das dificuldades na gestão das subscrições e dos problemas que atingiram as caixas de seguros mútuos em Espanha. A Caixa será encerrada no ano seguinte.

1871

Fontes Pereira de Melo assume o cargo de Presidente do Conselho.

1872

As agências de Coimbra e de Ponta Delgada passam a delegações. Porto e Goa mantêm-se como agências.

1874

Extingue-se a agência de Goa.

1875

Falecimento de Francisco Manuel Álvares Botelho.

1876

Crise bancária. O Montepio contrai quatro empréstimos para acorrer à saída de dinheiro da Caixa Económica.

1880

Aprovação de uma Proposta de Lei, na sequência de um projeto apresentado pelo associado Domingos Pinheiro Borges, isentando o Montepio de algumas contribuições.

A Direção pede a alguns associados médicos que formem uma comissão e elaborem um questionário a ser preenchido pelos candidatos a associados, para aferição do seu estado físico.

1883

Publicação do estudo «A Estabilidade Financeira dos Montepios», de Domingos Pinheiro Borges. A obra propõe alterações estatutárias, com o objetivo de reduzir as assimetrias de informação e responder à carência de instrumentos científicos adequados, num contexto de emergência de diferentes modelos de governação mutualista.

1885

Crise financeira com uma corrida à Caixa Económica, obrigando o Montepio a recorrer a um suprimento no banco francês Comptoir d´Escompte.

1887

Publicação de um novo Regulamento do Serviço Interno, criando a secção de Contabilidade e Fiscalização.

1889

Morte de D. Luís. Início do reinado de D. Carlos.

11 · 01 · 1890

Ultimato britânico a Portugal.

1871

Subida ao poder de Fontes Pereira de Melo como Presidente do Conselho.
Na sequência de um período de estabilidade política, dá-se início a uma nova ordem económica associada ao desenvolvimento dos transportes e das comunicações, entendido como a base fundamental para incremento da atividade industrial, comercial e agrícola.

1872

As agências de Coimbra e de Ponta Delgada passam a delegações. Porto e Goa mantêm-se como agências.

1872

As agências de Coimbra e de Ponta Delgada passam a delegações. Porto e Goa mantêm-se como agências.

1874

Extingue-se a agência de Goa, combinando-se com o Banco Nacional Ultramarino as condições para a transferência de fundos dessa proveniência.

1875

Falecimento de Francisco Álvares Botelho.

1876

Crise bancária. Como consequência de uma crise bancária, são contraídos quatro empréstimos para acorrer à saída de dinheiro da Caixa Económica

1880

Aprovação de uma Proposta de Lei, na sequência de um projeto apresentado pelo associado Domingos Pereira Borges, isentando o Montepio de algumas contribuições.

1880

A Direção pede a alguns associados médicos que formem uma comissão e elaborem um questionário a ser preenchido pelos candidatos a associados, para aferição do seu estado físico.

1882

Pela primeira vez, é publicado, com o Relatório e Contas, o Parecer da Comissão Revisora de Contas.

1883

Publicação do estudo “A Estabilidade Financeira do Montepio Geral”, de Pinho Borges. Nesta obra são propostas alterações estatutárias, com o objetivo de reduzir as assimetrias de informação e responder à carência de instrumentos científicos adequados, num contexto de emergência de diferentes modelos de governação mutualista.

1885

Crise com uma corrida à Caixa Económica, obrigando o Montepio a recorrer a um suprimento no banco francês Comptoir d´Escompte.

1887

Publicação de um novo Regulamento do Serviço Interno, criando a secção de Contabilidade e Fiscalização.

1889

Morre D. Luís. Início do reinado de D. Carlos.

11 · 01 · 1890

Ultimato britânico
O governo britânico apresenta um Ultimato formal que obriga Portugal a abandonar as antigas ambições de ligar as colónias africanas de Moçambique e de Angola.

Carta da África Meridional Portuguesa em 1886.
Carta da África Meridional Portuguesa em 1886.

1890

Corrida à Caixa Económica, provocada pela distribuição de panfletos caluniosos que acusavam a Caixa de aplicar capitais na dívida flutuante do Estado.

Constitui-se a Comissão de Estatística, com cinco associados, com o fim de estudar o o desequilíbrio entre as importâncias recebidas por quotas e as importâncias pagas em pensões .

1891

Contexto de crise económica, política e financeira. O Governo autoriza o Banco de Portugal a suspender a conversão das notas em ouro.

Breve corrida à Caixa Económica do Montepio. O volume dos levantamentos provocou uma queda significativa dos depósitos. Acentuam-se as dificuldades para a capitalização dos fundos.

1896

O Relatório da Direção publica a lista de 42 agências e delegações do Montepio.

1898

Um grupo de associados residentes no Porto solicita o estabelecimento de uma filial nessa cidade, com a faculdade de montar agências e subagências nos principais centros do norte do país. A pretensão não é atendida.

1899

Suspende-se, pela primeira vez, a admissão de associados, por virtude do aparecimento de uma epidemia de peste na cidade do Porto.

Procede-se à constituição efetiva de um fundo de reserva. Instalam-se e alugam-se os primeiros cofres a particulares.

1900

É descoberta uma burla envolvendo as obrigações da Companhia Geral de Crédito Predial Português.

1903

O número de associados atinge os 10 000.

Ilustração satírica relativa ao Montepio Geral.
Ilustração satírica relativa ao Montepio Geral.

1905

É descoberta a ocorrência de um furto perpetrado por um empregado, originando uma corrida à Caixa Económica. O Montepio intenta um processo criminal contra o seu autor, que em 1907 é condenado a 6 anos de prisão e 10 anos de degredo.

01 · 02 · 1908

O rei D. Carlos e o príncipe D. Luís Filipe são assassinados a tiro no Terreiro do Paço. D. Manuel II sobe ao trono.

05 · 10 · 1910

Proclamação da República. É constituído um governo provisório, presidido por Teófilo Braga.

Efígie da República.
Efígie da República.

1910

A Assembleia Geral autoriza o depósito da reserva de ouro em bancos estrangeiros, mas não a compra de títulos de outros países.

1911

Realiza-se o Primeiro Congresso Nacional da Mutualidade.

É apresentado em Assembleia Geral um pedido de associados do Porto para a criação de uma de uma filial nessa cidade, bem como, bem como de filiais nas diversas províncias e sucursais da Caixa Económica na cidade de Lisboa.

1913

Publicação do «Estudo sobre a situação atual e futura do Montepio Geral», do associado João Baptista Ferreira.

Capa da obra de João Baptista Ferreira.
Capa da obra de João Baptista Ferreira.

28 · 06 · 1914

Início da I Guerra Mundial.

1914

Corrida à Caixa Económica; o número de depósitos diminui e registam-se dificuldades no levantamento do juro dos depósitos efetuados em ouro nos bancos estrangeiros.

Corte de relações com a Companhia Geral do Crédito Predial Português, por litígio pendente.

1915

Iniciam-se os empréstimos hipotecários sobre prédios urbanos em Lisboa.

09 · 03 · 1916

A Alemanha declara guerra a Portugal.

Embarque do Corpo Expedicionário Português para a Flandres.
Embarque do Corpo Expedicionário Português para a Flandres.

1916

Tomam-se medidas para a admissão de pessoal, a fim de substituir os mobilizados para a I Guerra Mundial.

Aumento da carteira de títulos estrangeiros.

Atenuação das exigências estatais quanto a empréstimoshipotecários.

O Montepio participa no Segundo Congresso Nacional de Mutualidade.

08 · 12 · 1917

Revolta militar de Sidónio Pais, que assume a chefia do Governo até ao seu assassinato a 14/12/1918.

1917

É criado o Serviço Atuarial, dirigido por Beirão da Veiga.

Autorização do bónus aos pensionistas e ao pessoal.

1919

É estabelecido um quadro especial de mulheres empregadas, devido à I Guerra Mundial.

28 · 06 · 1919

Assinatura em Versalhes do Tratado de Paz que põe fim à I Guerra Mundial.

1920

Cria-se uma secção especial para os empréstimos hipotecários.

1923

Realiza-se o Terceiro Congresso Nacional Mutualista.

Retrato de grupo dos participantes do Terceiro Congresso Mutualista.
Retrato de grupo dos participantes do Terceiro Congresso Mutualista.

1925

O Montepio reduz o seu número de delegações para 39.

28 · 05 · 1926

Pronunciamento militar em Braga que derruba a Primeira República e instaura a Ditadura Militar.

27 · 04 · 1927

António de Oliveira Salazar toma posse como ministro das Finanças. Instituição da Ditadura Financeira.

1928

São estabelecidos cofres-mealheiros na Caixa Económica.

Mealheiro (c.1920-1930).
Mealheiro (c.1920-1930).

1929

Crise bolsista e instalação da Grande Depressão.

1930

Registam-se múltiplos prejuízos fruto da desvalorização dos títulos estrangeiros, por efeito do alastramento da crise mundial. Reorganizam-se os serviços internos, tendo a Associação resistido bem à Grande Depressão, sobretudo nos anos subsequentes.

1931

Inaugura-se a construção de casas para os associados.

30 · 06 · 1931

É inaugurada a filial do Porto, concretizando-se o antigo desejo dos associados residentes na cidade de verem construída de raiz a sua própria sede e de a agência local ser elevada ao estatuto de “sucursal”.  

Filial do Montepio na Avenida dos Aliados nº 90.
Filial do Montepio na Avenida dos Aliados nº 90.

05 · 07 · 1932

Oliveira Salazar é nomeado Presidente do Conselho de Ministros.

11 · 04 · 1933

Entra em vigor a Constituição Política da República Portuguesa. Institucionalização do Estado Novo.

23 · 09 · 1933

Aprovação do Estatuto do Trabalho Nacional, determinando a institucionalização do corporativismo. A atividade económica e social é subordinada à organização corporativa.

Cartaz de propaganda relativo ao corporativismo.
Cartaz de propaganda relativo ao corporativismo.

1933

Publicação do alvará de aprovação dos novos Estatutos do Montepio. Separação da contabilidade entre a Associação Mutualista e a Caixa Económica de Lisboa. Criação de um fundo para a Reforma do Pessoal.

1934

Inicia-se a constituição do Fundo de Reserva da Caixa Económica de Lisboa.

São vendidos quase todos os prédios do bairro de Benfica que tinham sido construídos pelo Montepio.

16 · 03 · 1935

É decretada a Lei de Bases de Organização da Previdência. As associações de socorros mútuos sofrem uma ampla regulação e reorganização.

1935

São comprados, em Lisboa, os primeiros prédios urbanos para arrendamento.

Em virtude das condições económicas internacionais, o Montepio decide vender grande parte dos títulos de dívidas públicas estrangeiras que possuía.

Prédio na Avenida António Augusto de Aguiar, nº132, para arrendamento e pertencente ao Montepio.
Prédio na Avenida António Augusto de Aguiar, nº132, para arrendamento e pertencente ao Montepio.

1936

O Montepio passa a ser membro da Administração do Banco da Agricultura, mantendo-se como Vice-Presidente do Conselho Fiscal da Companhia Portuguesa de Tabacos.

Ação do Banco da Agricultura
Ação do Banco da Agricultura
Ação da Companhia Portuguesa de Tabacos
Ação da Companhia Portuguesa de Tabacos

01 · 09 · 1939

Início da II Guerra Mundial. O Governo português anuncia a neutralidade perante o conflito.

1940

O Presidente da República confere ao Montepio o grau da Grã-Cruz da Ordem de Benemerência. Comemora-se o Centenário da Associação, no qual se destaca a realização de uma exposição comemorativa da vida do Montepio, a realização de diversas conferências e a publicação de obras.

Diploma da Grã-Cruz da Ordem de Benemerência.
Diploma da Grã-Cruz da Ordem de Benemerência.

1944

Realiza-se, entre 25 e 27 de março, o Primeiro Congresso Nacional das Caixas Económicas, no âmbito das celebrações do Centenário da Caixa Económica, preparadas pelo associado José Guerreiro Murta. Na sequência deste evento, Óscar Carmona é designado como Presidente Honorário do Montepio (19 de dezembro).

Inicia-se a campanha de instalação de delegações nas capitais de distrito.

Capa Caderneta para Depósitos.
Capa Caderneta para Depósitos.

08 · 05 · 1945

Fim da II Guerra Mundial na Europa.

1945

Criação de um Museu do Montepio Geral, apresentando algumas peças e documentos que fizeram a história da Associação e da sua Caixa Económica.

Capa do catálogo do Museu do Montepio Geral.
Capa do catálogo do Museu do Montepio Geral.
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